Pular para conteúdo

Estrutura Analítica de Produto

EAP Geral do Micromouse

EAP geral do projeto Micromouse

Figura 1 – Estrutura Geral da EAP do Projeto Micromouse

1. Sub-sistema: Estrutura

ID Componente Descrição Dados Técnicos Comentários
1 Sub-sistema: Estrutura Conjunto mecânico, base de fixação e sistema de locomoção do robô Dimensões: 92 × 103 mm (placa base). Agrupa chassi, suportes, atuadores e rodagem.
1.1 Chassi Placa monoplano que serve de base estrutural e suporte dos demais componentes. Acrílico 3 mm (corte a laser) ou impressão 3D em PETG/PLA; 92 × 103 mm; furação para parafusos M2/M3. Funciona como base mecânica principal; geometria ajustada para giros de 90° e 180° dentro da célula.
1.2 Suporte Berço para alojamento e fixação da bateria, e suporte/torre para os sensores de distância ToF. Suporte de bateria impresso em 3D (PLA/PETG); torre de sensores ToF com fixação modular a 0° e ±45°, altura de 2,5 cm. Bateria posicionada sobre o eixo de tração, concentrando massa sobre as rodas.
1.3 Carenagem Cobertura externa da eletrônica e dos motores. Design aberto (sem carenagem); placa aparente. Reduz massa, facilita dissipação térmica e manutenção.
1.4 Atuadores Motores para movimentação diferencial (esquerdo e direito). 2x Motor Redutor DC 6V N20 com encoder, 750 RPM, ≈30 g cada. Tração diferencial com odometria em malha fechada; controle PID de velocidade por motor.
1.5 Transmissão Acoplamento de força do motor para as rodas. Roda acoplada diretamente ao eixo de saída da caixa de redução do motor N20. Sem correias ou engrenagens externas; folga interna da caixa de redução compensada pelo realinhamento com as paredes.
1.6 Rodas/Hélices Conjunto de rodagem e ponto de apoio. 2x Rodas de 34 mm × 6,5 mm com borracha vulcanizada + 1x Sphere Caster de 10 mm (nylon) para apoio frontal. Garante o contato com o solo, evita patinagem e permite apoio omnidirecional sem arrasto nos giros.

EAP do subsistema de Estrutura

Figura 2 – EAP do Sub-sistema de Estrutura

1. Sub-sistema: Energia

ID Componente Descrição Dados Técnicos Comentários
2 Sub-sistema: Fonte Energética Conjunto responsável por armazenar, converter, proteger, distribuir e monitorar a energia que alimenta todos os demais subsistemas embarcados do Micromouse. Autonomia mínima de 30 min de operação contínua; massa e volume dentro do envelope de 16,5 × 16,5 cm. Atende aos requisitos RF01 a RF07 e RNF01 a RNF04 da frente de Energia.
2.1 Alimentação Fonte de energia embarcada, transportada pelo próprio robô: bateria LiPo como fonte principal e pacote de pilhas AA como alternativa, com seleção manual entre elas. LiPo 2S (7,4 V), 650 mAh, C-rating ≥ 20C (adotada: Tattu 650 mAh 75C), 43 g, 57 × 31 × 12 mm, conector XT30. Alternativa: 4 × AA em série (6,0 V). Energia exigida: 2,60 Wh; disponível: 4,81 Wh. Recarga pelo IMAX B3, com balanceamento. Energia de 3 tentativas no pior caso (1,60 Wh), dividida pelos 80% utilizáveis da LiPo e acrescida de 30% de margem (justificativa na seção 4.1 do 4.2). Autonomia resultante ≈ 72 min. Valores a confirmar com a medição de consumo nos testes de energia (7.2).
2.2 Eletrônica de Potência Conversão e adequação da tensão da fonte para os níveis exigidos por cada subsistema, com barramentos separados para potência e lógica. 5 V para o ESP32 e o LDO por conversor buck-boost (≥ 1 A, entrada de 3,5 V a 8,4 V); 3,3 V para ToF e encoders por LDO (≥ 200 mA); motores ligados à bateria pela ponte H, com PWM limitado a 6 V médios (Dmáx = 6,0 V / Vbateria). Corrente de pico: 1,53 A (bloqueio das duas rodas). O buck-boost mantém os 5 V tanto com a LiPo quanto com as pilhas descarregando. O barramento lógico não compartilha a linha dos motores, para evitar reinicialização do microcontrolador. A ponte H (TB6612FNG) fica no subsistema de Hardware.
2.3 Proteções Elementos que impedem danos ao conjunto em falhas elétricas: sobrecorrente, curto-circuito, inversão de polaridade e descarga profunda da bateria. Fusível rearmável PTC com hold de 2,0 A e trip de 3,5 a 4,0 A (MF-MSMF200 ou JK30-200, o adotado); diodo Schottky SS34 contra inversão de polaridade; corte por subtensão em 3,5 V/célula (7,0 V) e alerta em 3,7 V/célula (7,4 V), feitos pelo firmware. A proteção de polaridade segue o diodo SS34 do esquemático da Eletrônica, que também o orça. O corte por subtensão é feito pelo firmware, a partir da leitura do item 2.4.
2.4 Gerenciamento de Energia Monitoramento da carga disponível e sinalização do estado de energia do robô ao usuário e ao software embarcado. Leitura da tensão da bateria por divisor 22 kΩ / 10 kΩ (÷ 3,2) no ADC do ESP32 (GPIO36); LED e buzzer no alerta de carga mínima. Fornece o dado de telemetria de bateria. O método adotado é a leitura de tensão, convertida em porcentagem pela curva de descarga.
2.5 Distribuição e Seleção de Fonte Caminho elétrico entre a fonte e os demais subsistemas: chaveamento geral, seleção da fonte ativa, conectores e cabeamento. Conector XT30 (≈ 15 A, polarizado) na entrada do robô e no pacote de pilhas AA; chave geral KCD1 (10 A); seleção manual de fonte com bloqueio de conexão simultânea; referencial de terra comum entre os barramentos. A seleção deve impedir que as duas fontes fiquem ligadas ao mesmo tempo. Cabeamento e conectores devem suportar o pico de corrente, não apenas a média.
2.6 Suporte e Fixação da Fonte Compartimento e fixação mecânica da fonte de energia à estrutura, permitindo instalação e remoção sem ferramentas especiais. Berço para a bateria de 57 × 31 × 12 mm e 43 g; fixação capaz de resistir a vibração e colisão sem deslocamento; acesso à fonte sem desmontar a estrutura. Viabiliza a troca ou recarga entre tentativas, permitida apenas com o robô em repouso. Interface com a frente de Estruturas quanto ao ponto de fixação e à distribuição de massa.
flowchart TD
    M["Micromouse"] --> E1["1 Estrutura"]
    M --> E2["2 Fonte Energética"]
    M --> E3["3 Eletrônica"]
    M --> E4["4 Software"]
    E2 --> A["2.1 Alimentação<br/>LiPo 2S 7,4 V · 650 mAh · 75C<br/>alternativa: 4 × AA (6 V)"]
    E2 --> B["2.2 Eletrônica de Potência<br/>5 V buck-boost · 3,3 V LDO<br/>motores com PWM ≤ 6 V · pico 1,53 A"]
    E2 --> C["2.3 Proteções<br/>PTC 2,0 A (JK30-200)<br/>diodo SS34 · corte em 7,0 V"]
    E2 --> D["2.4 Gerenciamento de Energia<br/>divisor 22k/10k no ADC<br/>alerta em 7,4 V (LED e buzzer)"]
    E2 --> F["2.5 Distribuição e Seleção<br/>conector XT30 · chave KCD1<br/>jumper: uma fonte por vez"]
    E2 --> G["2.6 Suporte e Fixação<br/>troca sem ferramentas<br/>resistente a vibração"]
    classDef pai fill:#dcdcd7,stroke:#888,color:#222
    classDef foco fill:#fde972,stroke:#c9a400,color:#222
    classDef item fill:#9fe3fb,stroke:#2b7fa8,color:#123
    class M,E1,E3,E4 pai
    class E2 foco
    class A,B,C,D,F,G item

Figura 3 – EAP do Sub-sistema de Fonte Energética

Histórico de Versões (EAP — Energia 2)

Versão Data Descrição Autor(es)
1.0 07/10/2026 Itens 2.1 a 2.4 alinhados ao projeto conceitual de energia v1.4: LiPo 2S 500 mAh 20C, pico de 1,53 A, PTC de 2,0 A / 3,5 A, alerta em 7,4 V e corte em 7,0 V, divisor de 22 kΩ / 10 kΩ. Figura 3 refeita no próprio documento, no lugar da imagem que apontava para uma branch excluída #162. João Marcos Moraes de Andrade, Giovana Martins de Brito
1.1 08/10/2026 Itens 2.1, 2.3, 2.5 e 2.6 alinhados ao projeto conceitual de energia v1.5 e à lista de compras: LiPo 2S 650 mAh 75C (4,81 Wh, ≈ 72 min, 43 g, 57 × 31 × 12 mm), conector XT30, chave KCD1 e PTC JK30-200; requisitos atendidos atualizados para RF01–RF07 e RNF01–RNF04 #166. João Marcos Moraes de Andrade, Giovana Martins de Brito

3. Sub-sistema: Eletrônica/Hardware

3.1 Unidade de processamento

ID Nome Descrição
3.1 Unidade de processamento Núcleo eletrônico que executa o firmware e interliga sensores, motores e telemetria.
Dados Técnicos: Microcontrolador, interfaces de entrada/saída e recurso de recuperação de travamentos.
Comentários: Modelo a definir no projeto conceitual conforme a quantidade de pinos, as interfaces e os níveis elétricos necessários.
3.1.1 Microcontrolador Componente responsável pela leitura dos sensores e geração dos sinais de controle e comunicação.
Dados Técnicos: Entradas digitais/analógicas para sensores, bateria e DIP switch; saídas para drivers, LED e buzzer; interface para Bluetooth, sem multiplexação adicional.
Comentários: Mapa de pinos e compatibilidade elétrica documentados; leitura dos sensores, acionamento dos motores e transmissão de telemetria funcionando simultaneamente durante 10 minutos, sem travamentos ou reinicializações não planejadas (RF1–RF6, RF9, RNF1 e RNF9).
3.1.2 Recurso de watchdog Circuito ou função de supervisão para recuperação do microcontrolador em caso de travamento do firmware.
Dados Técnicos: Watchdog interno ou externo, com configuração e tempo de atuação definidos com a equipe de Firmware.
Comentários: Recuperação verificada por travamento induzido em bancada; comportamento após reinicialização documentado (RNF6).

3.2 Conjunto de sensoriamento

ID Nome Descrição
3.2 Conjunto de sensoriamento Componentes e circuitos que disponibilizam informações do ambiente e da bateria ao microcontrolador.
Dados Técnicos: Sensores ToF (Time-of-Flight), condicionamento de sinais, proteção de entradas e interface de leitura da bateria.
Comentários: Montagem alinhada com Estrutura e grandeza de bateria alinhada com Energia (RF1, RF3 e RF8).
3.2.1 Sensores ToF de distância Quatro sensores ToF (dois frontais, esquerdo e direito) para medição de distância às paredes e centralização no corredor.
Dados Técnicos: Sensores ToF com alcance de até 2 metros de distância; barramento I²C com endereços atribuídos via XSHUT (RF20, RF29).
Comentários: Detecção a validar em células de 18 cm, paredes de 5 cm de altura e 1,2 cm de espessura, brancas com topo vermelho e piso preto (RF1). Ver ADR-002.
3.2.2 Circuitos de condicionamento e proteção dos sensores Circuitos que adequam os sinais dos sensores às entradas do microcontrolador.
Dados Técnicos: Filtragem, amplificação quando necessária, ajuste de limiar e proteção contra picos de tensão e descargas eletrostáticas; valores a dimensionar.
Comentários: Leituras estáveis e níveis elétricos compatíveis. A resposta às superfícies da pista deve ser verificada por calibração e testes (RF8 e RNF5).
3.2.3 Interface de leitura da bateria Circuito de aquisição do sinal de bateria para monitoramento e telemetria.
Dados Técnicos: Divisor de tensão ligado ao conversor analógico-digital (ADC), dimensionado conforme a tensão máxima da fonte e a faixa de entrada do microcontrolador.
Comentários: Leituras comparadas com instrumento de referência. Energia define a fonte e a grandeza disponível; Firmware trata os dados para estimativa de carga (RF3; Energia RF04; Software RF23).

3.3 Conjunto de acionamento dos motores

ID Nome Descrição
3.3 Conjunto de acionamento dos motores Eletrônica responsável pelo acionamento independente dos motores DC com encoder e pelas interfaces usadas na estimativa de movimento e controle de velocidade.
Dados Técnicos: Dois canais de acionamento (ponte H ou drivers para motores DC), compatíveis com os motores N20 e com a alimentação fornecida por Energia.
Comentários: Avanço, curvas e paradas verificados em conjunto com Firmware e Estrutura (RF2).
3.3.1 Drivers dos motores Circuitos dedicados ao fornecimento de corrente e controle de velocidade/sentido (Ponte H) para cada motor DC.
Dados Técnicos: Um canal por motor (ou driver de ponte H duplo); corrente e tensão compatíveis com os motores DC N20 de 6 V; proteção contra sobrecorrente.
Comentários: Modelo e dissipação a dimensionar pelas especificações dos motores escolhidos; funcionamento dentro dos limites elétricos e térmicos dos componentes (RF2 e RF7).
3.3.2 Interface PWM / Direção e Leitura de Encoders Conexões dos sinais de PWM, direção e leitura dos encoders dos motores entre microcontrolador e drivers/hardware.
Dados Técnicos: Sinais PWM e de controle de sentido para os drivers, além das entradas de sinal dos encoders de cada motor N20 para realimentação em malha fechada.
Comentários: Firmware utiliza os sinais dos encoders para medir a rotação real e controlar a velocidade e o deslocamento em malha fechada (RF6; Software RF21 e RF22).

3.4 Comunicação e interface local

ID Nome Descrição
3.4 Comunicação e interface local Componentes de transmissão de telemetria, configuração prévia e sinalização do estado do robô.
Dados Técnicos: Bluetooth clássico integrado à ESP32 (SPP), DIP switch de quatro vias, LED, buzzer e circuitos de acionamento.
Comentários: Interfaces e comportamento definidos em conjunto com Software. Ver ADR-003.
3.4.1 Módulo Bluetooth de telemetria Enlace sem fio para envio dos dados do microcontrolador ao dispositivo receptor integrado ao sistema web.
Dados Técnicos: Bluetooth clássico integrado da ESP32, perfil SPP (BluetoothSerial), recebido como porta serial no notebook da equipe; substitui o HM-10 BLE previsto no TAP.
Comentários: Envio de dados reais validado de ponta a ponta. Protocolo, formato e conexão do receptor ao backend definidos com Software; navegação autônoma mesmo sem comunicação (RF4; Software RF24 e RNF07).
3.4.2 DIP switch de configuração Interface física para seleção do tipo de labirinto (vias 1–2) e dos modos de operação (vias 3–4) sem reprogramação.
Dados Técnicos: Quatro vias conectadas a entradas digitais com níveis lógicos definidos; tabela de combinações no projeto conceitual de software (4.4).
Comentários: Configuração lida antes da corrida, respeitando a restrição de intervenção durante o percurso (RF9; Software RF27). Prioridade Should Have na Eletrônica.
3.4.3 Indicadores visuais e sonoros LED e buzzer para indicação de início, erro/colisão e conclusão do percurso.
Dados Técnicos: Resistor limitador e/ou estágio de chaveamento dimensionado para a corrente dos indicadores e os limites das saídas do microcontrolador.
Comentários: Estados acionados e identificáveis durante os testes com Firmware (RF5 e RF10; Software RF25). Prioridade Should Have na Eletrônica.

3.5 Placa e interconexões

ID Nome Descrição
3.5 Placa e interconexões Base física e elétrica de integração dos componentes embarcados.
Dados Técnicos: Placa perfurada para personalização por soldagem.
Comentários: Disposição compacta, fixação segura e acesso para manutenção em conjunto com Estrutura (RNF3 e RNF4).
3.5.1 Conectores e cabeamento Interligações entre placa, sensores, motores e fonte de energia.
Dados Técnicos: Conectores padronizados, polaridade e pinagem identificadas; JST de quatro vias como referência preliminar para os motores.
Comentários: Conexões firmes e acessíveis, com prevenção de inversão e sem mau contato durante o movimento (RNF1, RNF3 e RNF7).
3.5.2 Interface de alimentação da eletrônica Conexões de entrada e distribuição local das tensões fornecidas por Energia aos componentes eletrônicos.
Dados Técnicos: Barramentos compatíveis com lógica, sensores e drivers; desacoplamento local e organização das conexões para reduzir interferências.
Comentários: Tensões nos componentes dentro das faixas especificadas, inclusive no acionamento dos motores; regulação, fonte e proteções de potência definidas por Energia (RNF1 e RNF2).

3.6 Documentação técnica do hardware

ID Nome Descrição
3.6 Documentação técnica do hardware Conjunto de arquivos que descreve a eletrônica e permite reproduzir a montagem do produto.
Dados Técnicos: Diagrama de blocos, esquemático elétrico, pinagem, diagrama de conexões, layout da PCB e relação de componentes.
Comentários: Arquivos de hardware versionados em hw/ e descrição no projeto conceitual de hardware; evidências de validação no documento de testes de hardware (RNF8).
3.6.1 Diagramas e esquemático elétrico Representação dos blocos funcionais e das ligações elétricas do hardware.
Dados Técnicos: Diagrama de blocos, símbolos e identificação dos componentes, alimentação, pinagem e conexões com sensores, drivers e módulo Bluetooth.
Comentários: Correspondência entre esquemático, mapa de pinos e montagem; interfaces com Energia e Firmware identificadas (RNF8).
3.6.2 Layout da Placa Perfurada Arquivo de projeto com a disposição dos componentes e o roteamento das trilhas da placa própria.
Dados Técnicos: Contorno de até 12 cm × 12 cm; posições de conectores e fixações; trilhas de potência e sinais organizadas para reduzir interferência nas leituras.
Comentários: Dimensões e montagem compatíveis com Estrutura; ligações coerentes com o esquemático; verificação de regras elétricas e de layout documentada, com eventuais exceções justificadas (RNF1, RNF3, RNF4 e RNF8).
3.6.3 Relação de componentes e compatibilidade elétrica Registro dos componentes selecionados, incluindo microcontrolador, drivers e demais circuitos integrados da placa.
Dados Técnicos: Referência no esquemático, modelo, quantidade, função, tensão de operação, corrente de consumo ou de acionamento e níveis de sinal aplicáveis; folhas de dados dos fabricantes como suporte.
Comentários: Componentes identificados e compatíveis entre si e com a alimentação; limites elétricos e térmicos registrados para orientar montagem, orçamento e testes (RF7, RNF2, RNF8 e RNF9).

EAP do subsistema de Hardware

Figura 4 – EAP do Sub-sistema de Eletrônica/Hardware

4. Sub-sistema: Software

4.1 Gerenciamento

ID Nome Descrição
4.1 Gerenciamento Atividades de organização, planejamento e documentação do desenvolvimento do software.
4.1.1 Requisitos Definição e organização dos requisitos do software.
4.1.1.1 Requisitos funcionais Funções que o software deverá executar.
4.1.1.2 Requisitos não funcionais Restrições e características de qualidade do software.
4.1.2 Planejamento Organização do desenvolvimento e acompanhamento do projeto.
4.1.2.1 Backlog Lista e priorização das funcionalidades e atividades.
4.1.2.2 Sprints Divisão do desenvolvimento em ciclos de trabalho.
4.1.2.3 Cronograma Planejamento temporal das atividades.
4.1.3 Documentação Documentação técnica e de desenvolvimento do software.
4.1.3.1 Diagrama UML Representação da arquitetura e estrutura do software.
4.1.3.2 GitHub Versionamento, armazenamento e gerenciamento do código-fonte.

4.2.1 Front End

ID Nome Descrição
4.2.1 Front End Interface responsável pela visualização e interação com os dados do Micromouse.
4.2.1.1 Visualização Apresentação das informações do sistema ao usuário.
4.2.1.2 Labirinto Representação visual do labirinto.
4.2.1.3 Mapeamento Visualização do mapa construído pelo robô.
4.2.1.4 Telemetria Consumo de dados advindos do robô
4.2.1.5 Rotas Visualização da rota planejada ou percorrida pelo robô.
4.2.1.6 Interface Interface de interação e acompanhamento do funcionamento do sistema.

4.2.2 Back End

ID Nome Descrição
4.2.2 Back End Camada responsável pelo processamento, comunicação e gerenciamento dos dados.
4.2.2.1 API Interface para comunicação entre os componentes do sistema.
4.2.2.2 Comunicação Gerenciamento da comunicação entre o sistema e o Micromouse.
4.2.2.3 Dados Gerenciamento e processamento dos dados recebidos.
4.2.2.3.1 Banco Armazenamento dos dados do sistema.
4.2.2.3.2 Processamento Tratamento e processamento dos dados.

4.2.3 Software Embarcado

ID Nome Descrição
4.2.3 Software Embarcado (Firmware) Software executado no Micromouse para controlar o robô, navegar no labirinto e enviar telemetria.
4.2.3.1 Controle Controle da movimentação e dos componentes do robô.
4.2.3.1.1 Motores Controle de velocidade, direção e acionamento dos motores DC N20 com leitura de encoder para malha fechada (RF21).
4.2.3.1.2 Sensores Leitura e processamento dos sensores de paredes e demais entradas usadas na navegação (RF20).
4.2.3.2 Navegação Algoritmos responsáveis pela navegação e resolução do labirinto.
4.2.3.2.1 Flood Fill (método Adachi) Algoritmo utilizado para determinar caminhos e distâncias no labirinto, com as células de objetivo definidas pelo tipo lido no DIP switch (RF26, RF27).
4.2.3.2.2 Mapeamento Construção e atualização do mapa de paredes durante a execução (RF28, RF42).
4.2.3.3 Telemetria Gerenciamento das informações enviadas pelo Micromouse para acompanhamento externo.
4.2.3.3.1 Envio Transmissão periódica de célula, bateria, status e demais dados ao backend (RF24).
4.2.3.4 Diagnóstico Monitoramento do funcionamento do sistema, health-check e identificação de falhas de componente (RF29).
4.2.3.5 Comunicação Enlace Bluetooth serial com o sistema web (RF24, RF39).

4.3 Validação

ID Nome Descrição
4.3 Validação Verificação do funcionamento correto dos componentes e da integração do software.
4.3.1 Integração Integração entre os diferentes componentes do sistema.
4.3.1.1 Frontend–Backend Integração entre a interface e os serviços do sistema.
4.3.1.2 Backend–Sistema Embarcado Integração entre o backend e o sistema embarcado.
4.3.2 Testes Testes para verificar o funcionamento e atendimento aos requisitos.
4.3.2.1 Testes unitários Verificação individual dos componentes de software.
4.3.2.2 Testes de navegação Verificação do flood fill (método Adachi) e do mapeamento em labirintos 4×4, 8×4 e 12×4 (RF26, RF27).
4.3.2.3 Testes de telemetria Verificação do envio e recebimento das informações de telemetria.

EAP do subsistema de Software

Figura 5 – EAP do Sub-sistema de Software

Algoritmo de navegação: a definição oficial do pacote 4.2.3.2.1 é Flood Fill (método Adachi) (tabela acima). Versões antigas da figura ou rascunhos que citavam DFS estão obsoletos; o firmware segue o 4.4 — Projeto conceitual de software.

Histórico de Versões (EAP — Software 4.2.3)

Versão Data Descrição Autor(es)
1.0 25/09/2026 Item 4.2.3.2.1 atualizado de DFS para Flood Fill (método Adachi), alinhado ao projeto conceitual de software (0.2) e ao glossário. Wanjo Christopher Paraizo Escobar
1.1 02/10/2026 Itens 3.4.2 e 4.2.3.2.1 alinhados ao tipo de labirinto selecionado no DIP switch (vias 1–2), conforme esclarecimento do professor. Wanjo Christopher Paraizo Escobar